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Disputa pelo Senado ganha contornos de sobrevivência política em meio à corrida pelo Palácio de Karnak

Foto: Pexels / Laysa Silva


Enquanto a corrida pelo governo do estado concentra os holofotes e mobiliza esforços máximos dos partidos com candidaturas ao Palácio de Karnak, é nos bastidores da disputa pelas duas vagas do Senado que se desenha um dos capítulos mais estratégicos deste pleito.

Os candidatos e legendas que miram uma cadeira na Casa Alta adotam táticas bem distintas das que orientam a corrida majoritária — e o motivo é claro: o embate entre os blocos PT/MDB/PSD e Progressistas/União Brasil/PL pelas vagas senatoriais não é apenas mais uma etapa da eleição, mas uma questão de sobrevivência política para os grupos envolvidos.

Mais do que representação no Congresso Nacional, o que está em jogo é a manutenção de espaços de poder, influência e capacidade de articulação que essas siglas construíram ao longo dos últimos anos. Por isso, a disputa pelo Senado tem sido tratada com uma intensidade que, em muitos momentos, rivaliza com a própria corrida ao governo estadual.


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